Juiz de Fora é uma das cidades brasileiras com melhores índices de qualidade de vida. Com cerca de 520 mil habitantes, a cidade tem um PIB per capita de R$ 6,2 mil. A expectativa de vida é de 78,4 anos, uma das mais altas do Brasil. A cidade conta com 21 hospitais, públicos e privados, 59 unidades e postos de saúde, com um médico para cada grupo de 222 habitantes. Na área da educação, são 13 instituições que oferecem ensino superior, sendo uma federal – a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). 
Ocupando lugar de destaque no Estado de Minas Gerais em termos de qualidade de vida e investimentos, Juiz de Fora também se destaca no ranking de desenvolvimento humano da Organização das Nações Unidas - ONU com IDH de 0,828.
Estrategicamente localizada entre os maiores mercados consumidores do País, é dotada de toda a infraestrutura exigida para modernos empreendimentos. A cidade conta com 4.775 empresas cadastradas no Centro Industrial, sendo 18,03% do ramo da metalurgia, 17,84% construção civil e 15,29% no ramo do vestuário.
Dados da Cidade
Juiz de Fora
Estado: MG
Região: Sudeste
População: 500.000 habitantes aprox.
DDD: (32)
Distâncias:
Belo Horizonte - MG 283
Rio de Janeiro - RJ 178
São Paulo - SP 461
Boa Vista - RR 4885
Brasília - DF 989
Goiânia - GO 1122
Salvador - BA 1496
Alojamento / Restaurantes
Os restaurantes de Juiz de Fora são requintados e refletem o alto padrão dos serviços oferecidos. A cidade possui um rico circuito gastronômico que não fica a dever em nada aos grandes centros. Por ser uma cidade cosmopolita, é possível encontrar desde a cozinha mineira, à japonesa e até a francesa.
Como chegar
Via Aérea:
O Aeroporto fica a apenas nove quilômetros do centro da cidade. Entretanto, embora funcione todos os dias, não possui variedade de rotas, oferecendo apenas vôos diretos para São Paulo. As seguintes empresas são: Pantanal Linhas Aéreas e America Air Linhas Aéreas.
Via Rodoviária:
Juiz de Fora está ligada pelas rodovias BR – 040 e BR - 267. A primeira rodovia liga Juiz de Fora as capitais Belo Horizonte (272 Km ao norte da cidade), Rio de Janeiro (180 Km ao sul da cidade) e Brasília (1.007 Km a noroeste da cidade). A segunda rodovia liga Juiz de Fora, principalmente, as cidades vizinhas da Zona da Mata e dá acesso a BR – 116.
De Ônibus:
O Terminal Rodoviário Miguel Mansur é conta atualmente com 55 linhas intermunicipais e 29 interestaduais. A rodoviária está localizada na na Av. Brasil, n: 9.501. O telefone para contato é (32) 3214-5553.
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Academia de Comércio
Estilo eclético. A Academia de Comércio fundada por Francisco Baptista de Oliveira em 30 de março de 1891, foi inaugurada em 24 de julho de 1894, quando uma parte do edifício já estava construída.
O objetivo da Academia de Comércio, como se depreende de seu nome era o ensino comercial, cujos cursos seriam de acordo com o programa da escola de Altos Estudos Comerciais de Paris.
Associação Comercial
No conjunto arquitetônico da Praça Dr. João Penido (ou Praça da Estação), o imóvel pertence a uma fase mais rebuscada do ecletismo, que pregava maior liberdade na utilização de linguagens e estilos, onde a ornamentação fantasiosa é a expressão mais forte. Nota-se grande influência do estilo neoclássico. Apesar de já ter havido algumas modificações no modo de implantação das construções no lote, o edifício segue o alinhamento da via pública e aproveita toda a testada do terreno. Seguindo a linguagem utilizada em toda a praça e que mais tarde se tornaria uma das principais características arquitetônicas desse contexto, a divisão vertical em segmentos dá um destaque especial ao segmento central, como é comum ao ecletismo.
Casa de Cultura
A Casa de Cultura é espaço acadêmico da UFJF, vinculado administrativamente à Faculdade de Serviço Social, aberto à comunidade e vocacionado para o desenvolvimento de atividades de extensão sobre Gerações, Trabalho e Cultura e Território e a Cidade.
O espaço tem galerias de exposição, terminais de computadores com acesso gratuito à internet, filmoteca e salas de vídeo – com acervo de coleções pessoais e do projeto “Luzes da Cidade”, projeção - com aproximadamente 30 lugares, e leitura - equipada com televisão e terminais de áudio. Haverá, ainda, um anfiteatro, uma praça e uma cafeteria, localizados no centro da Casa e responsáveis pela área de vivência.
Catedral Metropolitana
Foi a terceira capela a ser construída na cidade, teve a construção concluída em 1847. Era ampla, mas sem torres e encenada apenas por uma cruz de ferro. Quando o arraial foi elevado à categoria de Vila, em 31 de maio de 1950, com o nome de santo Antônio do Paraibuna, a capela passou à condição de matriz. É um bem tombado desde 2001.
Centro Cultural Bernardo Mascarenhas
O prédio abrigou a antiga Cia Têxtil Bernardo Mascarenhas, instalada em 1888 por este ilustre cidadão que nasceu em Diamantina. Possui estilo arquitetônico inglês imitando a arquitetura das fábricas deste país.
Para a introdução de motores elétricos, Bernardo Mascarenhas construiu a Usina de Marmelos, primeira da América do Sul. As atividades da fábrica foram encerradas em janeiro de 1984.
Atualmente o local abriga o Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, a Biblioteca Municipal Murilo Mendes, o Mercado Municipal, o centro de Formação do Professor e a Praça Antônio Carlos.
Cine Theatro Central
Em 1928, quando a cidade já era um pólo industrial e politicamente influente, começa a ser construído o Cine-Theatro Central, pela iniciativa dos grandes cafeicultores locais, com o objetivo de ser uma casa de espetáculos à altura do município. Aqui tem início a origem do maior símbolo histórico, cultural e artístico de Juiz de Fora.
O arquiteto Rafael Arcuri assinou a planta arquitetônica do novo teatro e a decoração interna recebeu o toque do pintor italiano Ângelo Biggi. O teatro demorou um ano e quatro meses para ficar pronto, sendo entregue aos juizforanos em 30 de março de 1929. Sua capacidade é para 2000 pessoas, contando com acústica excelente, sendo considerado um dos 10 teatros mais bonitos do Brasil.
Em 1994 é tombado pelo IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. No mesmo ano, o Cine-Theatro Central passou a ser gerenciado pela UFJF e pela Prefeitura Municipal de Juiz de Fora, contando com recursos do Ministério da Educação, que promoveram a restauração do templo cultural da cidade em 1995. Atualmente, sua administração está sob a inteira responsabilidade da UFJF.
Estádio Municipal
Durante as obras de construção do estádio a Prefeitura ofereceu ônibus gratuito para que os torcedores pudessem ver sua construção. Estima-se que um público de 60.000 torcedores tenha participado da festa de inauguração. Seu nome é uma homenagem ao radialista Mário Helênio que batalhou muito pela sua construção.
Fórum da Cultura
Foi construído na década de 20 pelo doutor Clóvis Mascarenhas (diretor da Cia de fiação e tecelagem Bernardo Mascarenhas).
A Faculdade de Direito adquiriu o imóvel em 1953 onde funcionou até 1972, quando a UFJF ali instalou o Fórum da Cultura. Desde então a vila perdeu suas funções residenciais e vem servindo a propósitos educacionais.
Possui estilo neoclássico e também eclético. O casarão tem franca inspiração nas villas italianas e se liberta dos limites do lote no estilo “bairro-jardim”.
Hoje, o casarão abriga: centro de estudos Teatrais (CET/Grupo divulgação), Museu de cultura popular, Galeria de Arte e Coral universitário. O museu está no casarão desde 1973, e tem mais de 2500 peças, entre coleções de artistas populares, imagens religiosas, cerâmicas portuguesas e brinquedos, etc.
Grupos Centrais - Palacete Santa Mafalda
Construído no final da década de 1850, pelo comendador Manoel do Valle Amado, o imponente edifício ergue-se, possuindo elementos do classicismo difundidos no Brasil na época.
O imóvel foi construído para ser doado ao Imperador Dom Pedro II, que condicionou o aceite ao uso escolar ou assistencial. Magoado o Comendador ordenou que jamais fosse habitado. Após sua morte, a casa foi doada, em 1904, a Santa Casa de misericórdia e, adquirido pelo Estado, em 1907 foi ocupado pelo primeiro grupo Escolar de MG. O edifício dos grupos centrais, conhecido popularmente como colégio central foi tombado e integra o patrimônio municipal desde janeiro de 1983.
Mirante da BR 040
A BR 040 é a mais importante rodovia de acesso à Juiz de Fora. Chamada a princípio de BR-3, a estrada liga o município a importantes centros urbanos, como Rio de Janeiro e Belo Horizonte. A região da BR 040 próxima a Juiz de Fora é uma das mais privilegiadas pela natureza. Por isto, transformou-se em ponto turístico, principalmente no local conhecido com Mirante da BR, onde se pode conferir as belas montanhas de Minas que cercam Juiz de Fora.
Localizado no Km 794 da BR 040.
Mirante São Bernardo
Bernardo Mascarenhas adquiriu 16 alqueires da família Daibert, na região do atual bairro São Bernardo, construiu casas populares para os funcionários de sua fábrica e de lá puxou uma tubulação de água para abastecer a sua fábrica, graças a uma queda d´água que ali existia. Como ele era devoto de São Bernardo, construiu um oratório e colocou uma imagem do santo para que dali ele pudesse abençoar sua indústria, além de uma mini rádio no alto do bairro, onde hoje está a capela.
Localizado na margem esquerda do Rio Paraibuna, no Bairro São Bernardo.
Morro do Imperador
Inicialmente era chamado de Morro da Liberdade e é mais popularmente conhecido como Morro do Cristo. Está a 930 m de altitude, é um dos pontos mais altos da cidade sendo uma das mais belas vistas panorâmicas. O nome Morro do Imperador originou-se em 1861, ocasião em que D. Pedro II subiu as encostas para apreciar o céu e a vista da cidade.
Nas comemorações da passagem do século, em 1906, foi construída uma capela e um monumento em homenagem ao Cristo Redentor, símbolo da vitória contra uma epidemia que assolou o município.
No Morro do Imperador existiu também uma torre helicoidal, 1ª do tipo na América do Sul que serviu durante 15 anos à TV Industrial.
Hoje em dia, o Morro do Imperador é utilizado por pessoas que gostam de praticar esportes em contato com a natureza. O montanhismo e a caminhada pelas trilhas são praticados freqüentemente.
Localizado na Rua Dr. João Pinheiro, em direção ao Bairro São Pedro.
Museu de Arte Moderna Murilo Mendes
O Museu de Arte Moderna Murilo Mendes foi inaugurado em 20 de dezembro de 2005, após obra relâmpago que redimensionou os ambientes para atender às necessidades museológicas. O piso e a iluminação foram planejados para não prejudicar as obras de arte, protegidas também por desumidificadores e controladores de ar e temperetura.
O espaço conta, ainda, com sala de pesquisa, laboratórios de conservação e restauração de obras de arte, papel e reserva técnica, além de duas galerias destindas a exposições e quatro bibliotecas: Murilo Mendes, Poliedro, Guima e Arthur Arcuri.
O destaque do museu é o acervo Murilo Mendes, considerado o maior conjunto de obras modernas ingressado no Brasil na segunda metade do séc. XX, incluindo peças de Picasso, Portinari, Miró, Alberto Magnelli e Ismael Nery.
Museu do Banco de Crédito Real
Construído em 1931, pela Cia Industrial e construtora Pantaleone Arcuri, sua arquitetura é em estilo eclético com tendência Art Deco.
Atualmente no 2º andar funciona o Museu do Crédito Real o qual abriga sua história e peças da época como notas e moedas. No terceiro andar encontra-se o instituto Teuto-Brasileiro William Dilly que abriga a história e cultura alemã.
O Banco de Crédito Real de Minas Gerais foi inaugurado em 1888, em plena abolição da escravatura, com o objetivo de proporcionar à lavoura o meio fácil de realizar empréstimos sobre hipoteca e penhor agrícola aos fazendeiros.
A Sede do Antigo Banco Central de Crédito Real e o Acervo do Museu do Crédito Real são tombados pelo IEPHA – Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais.
Museu Ferroviário
O Museu Ferroviário é uma grande conquista para a memória da cidade. Seu acervo, exposto de forma dinâmica e moderna, é um recurso pedagógico para as escolas e uma atração turística em ponto privilegiado – o conjunto arquitetônico da Praça da Estação. Entretanto, cabe à nova gestão da Funalfa dinamizar ainda mais o espaço, sinalizando sua entrada na Avenida Brasil e na Praça da Estação de forma a tornar o local visível e abrindo a visitação aos sábados e domingos. Atualmente o espaço fica aberto somente de segunda a sexta-feira.
O conjunto arquitetônico e paisagístico das Estações da Central do Brasil e da Estrada de Ferro Leopoldina e o acervo do Núcleo Histórico Ferroviário são tombados pelo IEPHA – Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais.
Museu Mariano Procópio
Em 1861, Mariano Procópio construiu uma Villa para receber a família imperial de D. Pedro II. No século XX, o espaço da casa foi transformado por Alfredo Ferreira Laje, filho de Mariano Procópio, em museu particular. Além disso, ele construiu uma nova casa em anexo, para abrigar suas coleções. Nascia assim, o primeiro museu de Minas Gerais, que abriga um dos acervos mais significativos do país com cerca de 50.807 peças em seu arquivo. É também o segundo mais importante acervo do Brasil Império.
O museu foi doado à cidade em 1936 por Alfredo Ferreira Lage e torna-se Patrimônio Histórico em 1939. Hoje o Museu se tornou fundação, possuindo recursos próprios para sua conservação. O Conjunto Arquitetônico e Paisagístico, bem como o Acervo do Museu Mariano Procópio são tombados pelo IEPHA – Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais.
A coleção que hoje se encontra no Museu é fruto de anos de dedicação de Alfredo Ferreira Laje, que, em memória ao pai, reuniu durante toda sua vida inúmeros objetos de arte, mobiliário e pinturas que adquiriu no Brasil e na Europa. A coleção, de natureza variada, é organizada em duas seções, classificadas como Seção de História e Seção de Belas Artes. Na primeira, um rico acervo do período imperial, especialmente vestuário e mobiliário da família imperial. Na seção de Belas Artes, acham-se expostas telas dos séculos XIX e XX, de pintura européia e brasileira. Tombado pelo IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
Painéis as “Quatro Estações” e “Cavalos”
Os painéis as “Quatro Estações” e “Cavalos”, na fachada do edifício modernista do Clube Juiz de Fora, são obras do renomado Cândido Portinari. Os Painéis foram adquiridos em 1956. Existem 14 painéis de Portinari espalhados por todo o país em local público e Juiz de Fora é a única cidade a possuir dois deles.
Parque Halfeld
Oásis verde em pleno centro da cidade, o Parque Halfeld, construído no século XIX era o principal local de expressão cultural. No seu entorno encontram-se o Fórum Benjamin Colluci, a Igreja Metodista, a Igreja São Sebastião, os prédios da Câmara Municipal e das "Repartições Municipais", um conjunto arquitetônico de fundamental importância na formação do núcleo histórico local.
Parque da Lajinha
No local onde atualmente funciona o Parque da Lajinha, se localizava a Fazenda da Lajinha, pertencente à família dos Lajes.
O Parque possui uma área de aproximadamente 43 hectares, que abriga cachoeiras, trilhas, jardins, gramados e lagos, chamando atenção para o turismo ecológico na cidade. O espaço conta ainda com coreto, bondes, quiosques, campo de futebol e uma floresta remanescente de Mata Atlântica.
Foi criado em 2003 o CEDAM: Centro de Educação Ambiental cujo principal objetivo é a educação e preservação ambiental, além de pesquisas de animais em extinção.
Localizado na Av. Paulo Japiassu Coelho, no trevo do cruzamento para o Aeroporto e a BR-040.
Telefone: (32) 3690-8326
Horário de visitação: diariamente das 08h0 às 17h.
Praça da República - Marco do Centenário
Localizado na Praça da República, o Marco do Centenário, comemorativo dos 100 anos de Juiz de Fora tinha a intenção de ser um cartão postal para a cidade.
Inaugurado em 1951, nele se encontra um painel de Di Cavalcanti, o qual constitui-se no primeiro mural modernista em mosaico instalado em praça pública no Brasil.
Apresenta a imagem de três homens puxando uma haste em forma de espiral simbolizando trabalho e revolução.
O marco constitui-se, também, em um bem tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e artístico Nacional - IPHAN.
Usina de Marmelos Zero
Primeira Usina hidrelétrica da América do Sul inaugurada em 1889, foi construída por iniciativa de Bernardo Mascarenhas que desejava utilizar energia hidrelétrica em sua fábrica (Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas) e na iluminação da cidade.
O prédio transformou-se no Museu da Usina de Marmelos e tem os bens e o acervo cuidado pelo Centro de Ciências da UFJF através de um convênio assinado entre esta instituição e a CEMIG. O Conjunto Arquitetônico e Paisagístico, bem como o Acervo do Espaço Cultural da Usina de Marmelos Zero são tombados pelo IPHAN – nstituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
O Centro de Ciências da Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF – é um órgão de caráter multidisciplinar, que desenvolve e apoia atividades relacionadas à Educação Científica em todos os níveis de ensino, contribui para a formação inicial de Professores para a Educação Básica e investiga questões relacionadas à inovação dessa modalidade de ensino. O orgão desenvolve ainda atividades relacionadas à Educação Científica não formal e à divulgação das Ciências e da Cultura Científica.
Av. Afonso Pena, 981, 3º Andar - Centro - CEP: 30.130-002 - Belo Horizonte/MG - Brasil - Tel: (31) 3505-3670 - Fax: (31) 3505-3607 |
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